
Padre Paulo é um homem reservado, discreto. Tanto que nem sei se ele me considera um amigo seu. Conversamos sempre muito rapidamente, mas ouço com muita atenção a sua palavra. Acho que ele é o que se pode chamar de "um padre sério". Ele é mais novo do que eu, nasceu no dia 14 de julho de 1944. Sei que temos pelo menos uma coisa em comum: ele também gosta de futebol.
Aos amigos de todo o dia, quero ressaltar que não sou um daqueles chamados "carolas", que vivem nas igrejas e dizem "amém" pra tudo que por lá encontram. Vou a missa todos os dias por formação e por convicção. Mas conservo meu estilo "contestador", muitas vezes até discordando de diretrizes assumidas pela Igreja Católica. E o pe. Paulo Brincat, que nasceu lá em Malta e veio para o Brasil para se tornar o nosso pároco, é um dos bons padres que "me aguentam" diariamente.
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